Artigo: O Egoísmo e a maldade

Uma análise sobre o comportamento humano.

Anfiteatro da UEMG ganha novas Poltronas

O Anfiteatro A da UEMG, Campus de Frutal, agora conta com novas poltronas.

Um pouco além de um barzinho e um violão

É comum ouvir que os maiores cantores começaram sua carreira em barzinho, onde um microfone e um violão se tornam suficiente para garantir a vibração da galera.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Nem generos nem programas, só serviços

Até final de 1980 na Europa, havia um monopólio da televisão por ela ser um serviço publico (oferecia gratuitamente informações e programas de entretenimento, alguns programas infantis e a transmissão de missa ou concerto). Não havia espaço para expressão cultural, apenas determinados horários para cada tema.

Tudo muda com a chegada da TV privada, antes a TV era monopolizada e possuía um conteúdo muito pobre, com a concorrência as emissoras privadas passaram a disputar por um conteúdo sempre melhor.

Com a chegada da internet, já não se pode dizer que o conteúdo é bom ou não e sim que é útil ou inútil.

O autor analisa que tudo virou desculpa para divulgação ou seja, você não produz matérias porque achou interessante e sim porque vai te dar retorno e gerar repercussão. O texto compara a TV aberta e a TV por assinatura, enquanto a primeira luta pela audiência para provar para os seus clientes que devem permanecer anunciando, a TV por assinatura se preocupa com conteúdo porque lucra mais com a assinatura.

Ele não deixa de destacar o advento da TV digital, na qual o receptor pode escolher a sua programação, excluindo o que não gosta. Destaca também que as novas mídias precisam sempre estar se inovando para que não haja desinteresse dos usuários, e isso cabe para qualquer mídia. É importante também sempre haver contexto, na qual se possa trazer conteúdo externo para dentro das novas mídias, como um jogo de lego por exemplo.

Sobre o conteúdo, o autor destaca que produtoras independentes não tinham, e não tem, condição de trabalhar sozinha, ou seja, produzir material e depois vender, toda essa atividade deve ser feita em conjunto porque as produtoras dependem da verba da emissora e as emissoras dependem do conteúdo para manter o seu canal sempre inovado.


Texto baseado no livro Migração Social

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ANFITEATRO DA UEMG GANHA NOVAS POLTRONAS


O Anfiteatro A da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), Campus de Frutal, agora conta com novas poltronas. A instalação foi realizada nas últimas semanas. No total, o auditório ganhou 360 poltronas com alto padrão de conforto, assentos rebatíveis e pranchetas.
Utilizado para cerimônias oficiais como colações de grau, palestras, semanas acadêmicas e eventos culturais, o novo anfiteatro do Campus deverá receber, em breve, um conjunto de cortinas, quadro de iluminação de palco, além de equipamentos de áudio e telas para projeção. O espaço já conta com moderna preparação acústica e ambiente climatizado.
Com as novidades em infraestrurura, a UEMG Frutal abrirá possibilidades para sediar diversos eventos. A idéia é de que sejam realizados no anfiteatro, além de eventos acadêmicos, shows musicais e apresentações teatrais e de dança, com a presença de artistas locais, regionais e nacionais. Atualmente, o local é a casa do GUT (Grupo Universitário de Teatro), do Coral e da Bateria da UEMG. Os recursos para aquisição ds poltronas foram viabilizados pelo então deputado federal, Narcio Rodrigues, que hoje responde pela Secretaria d eestado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Fonte: www.uemgfrutal.org.br

sábado, 5 de março de 2011

O egoísmo e a maldade

Há tempos gostaria de escrever sobre esse tema, mas talvez o escasso tempo não deixava. Desde pequenos ouvimos nossas mães, pais, avô…enfim, uma infinidade de pessoas falam sobre o que de certo é bom e o que é mau. Cabendo ainda definir o mau com “U” contrario de bom e o mal com “L”, contrário de bem.

Mas, se pararmos para pensar, não há pessoas boas e más como vimos nos filmes no qual, o bom é o mocinho sofredor, que perde perde perde e no final ganha tudo e o mau ganha ganha ganha e no final.. ahh.. você já sabe… Existem pessoas egoístas e altruístas, sendo esse último o contrário da primeira, porque quando alguém é egoísta não quer que alguém tenha mais do que ela tenha ou seja.. MAU..

Uma pessoa Mau deseja que a pessoa se ferre porque afinal, ele quer ser considerado o melhor.. ou seja..? Egoísta..

Uma pessoa mau, mata a outra e ela permanece viva.. ou sejaa.. Egoísta!!

Uma pessoa mau, bate na outra mas, ela quer ficar intacta.. ou seja.. egoísta!!

Agora, se tivermos que falar do Bem..

O que é uma pessoa boa pra você?? Ah.. pra mim é uma pessoa: Legal.. e o que é legal? Alguém que me deixe em paz.. (uma pessoa pra ser assim não pode ser egoísta certo?) O que mais seria uma pessoa boa pra você? Ahh.. alguém que queira meu bem, que torça pro meu sucesso!! (não é egoísta também, certo?) e por aí vai..!

Todo o tipo de maldade e tudo o que acaba com a vida natural humana se resume em egoísmo.. só e somente só. (só? Também é uma palavra egoísta)

Texto publicado no blog: http://omundodoavesso.wordpress.com/ por mim em 29 de Julho de 2010

Um pouco além de um barzinho e um violão

A busca pela fama e a interação com o público, faz com que mais e mais cantores busquem barzinhos para revelar os seus talentos

É comum ouvir que os maiores cantores começaram sua carreira em barzinho, onde um microfone e um violão se tornam suficiente para garantir a vibração da galera. Para a plateia mais extrovertida sempre rola gritar para pedir aquela música, para os mais tímidos um pedaço de papel é o instrumento necessário para fazer com que a banda toque o seu som predileto. E essa relação entre público e cantor só é possível quando o interprete consegue passar uma energia boa, é o que relata a cantora Mari da banda “Valkyria perdida”, ela conta também que além dessa integração, o que sempre agrada o público frequentador de barzinhos é o MPB, que continua na moda mas, sempre que pode, ela toca do jeito dela para criar um estilo próprio.

E essa liberdade de tocar e trazer a animação, sem obedecer determinadas regras, é um ponto forte para cantores de barzinho, “eu acho muito legal, é uma coisa nossa, já toquei em banda de baile, mas tinha que seguir um padrão” conta Naty, da dupla Naty & Heitor, ela também destaca que o repertório é montado pela dupla, mas na hora que o show acontece os pedidos que mais disparam nos bares de Frutal, é sem dúvida, o sertanejo.

Mas, para quem já tem suas próprias composições, a opção é mesclar um pouco do oculto com os sucessos, para que o público possa atuar como um coro e ao mesmo tempo conhecer novas músicas. Com isso, os cantores divulgam mais seus trabalhos e logo conseguem ter um acompanhamento, pelo menos no refrão, de seu público. “Tocar em barzinho divulga mais e dá mais visibilidade pro trabalho” declara Pablo Barcelos, cantor de barzinho e que já conseguiu emplacar vários de suas composições nas rádios da cidade e da região.

Quanto a oportunidade de tocar em barzinhos, todos eles contam que não há muita dificuldade, já que os convites vão surgindo após os shows. Além disso, a satisfação de eles tocarem nesses locais é visível pois há sempre pontos positivos e entre eles, sem dúvida, é buscar um pouco da Fama de uma forma prazerosa e um tanto quanto descompromissada.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Blog para textos realizados no Curso de Comunicação Social da Universidade do Estado de Minas Gerais. Aguardem para mais atualizações

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